Tres meses depois…

3 fevereiro, 2008

Ó! Oi! Você por aqui? Ah, estava passando pelo bairro e resolvi fazer uma visita.

Só passei pra dizer que vou ao show desses caras:

E o ingresso já está em mãos! D:,

Meu primeiro show, como fas/

Agora vamos nos sentar, tomar um chá e por as fofocas em dia! Talvez usar um espanador e tirar o pó daqui também…

Oy

O encontro do grande Épico

1 dezembro, 2007

Sabem… adoro grandes histórias.

Grandes histórias, e histórias grandes. Sabe?

Aquelas cheias de passagens, reviravoltas, acontecimentos, cotidiano, falas, emoções, choros, risos, vidas. Aquelas longas, grandiosas, as vezes ridículas, as vezes gloriosas. Aquelas que reúnem a essência da vida de tal forma que se tornam épicos.

Minha vida, até agora, formou um épico… mas não espere grandes heróis, grandes vilões, ou grandes atos. Porque o “épico” de minha vida vem de pequenas atitudes, singelos momentos, algumas meia-horas de risos, alguns dois minutos de prantos, alguns dias de conflito, alguns anos de amizade.

Teve um começo. Teve um meio, e que meio! Teve um decorrer. E, como todo grande épico… tem um fim.

Ontem, dia 30 de novembro de 2007, terminou o meu primeiro grande épico. Que se iniciou logo no comecinho de minha vida, a algum ponto de 1994, quando um pequeno garoto curioso adentrou o tal lugar esquisito e chato que chamavam de escola.

A partir dali, os anos se passaram. As brincadeiras e vida muito simples da pré-escola enfim deram lugar ao ensino fundamental. Neste ponto eu já convivia com algumas pessoas que eu não imaginava, mas fariam parte de minha vida. Aprendi, zoei, fiz besteiras. Passei por várias épocas, enquanto o tempo passava… vi muito Dragon Ball e xinguei muito o colégio. Vivi os primeiros amores e as primeiras decepções, como qualquer um. Vi um garoto ingênuo e meio idiota crescer e se desenvolver, junto com pessoas especiais. Conheci alguns indivíduos que fizeram minha vida valer a pena logo em seus primeiros 17 anos. Ri muito, me chateei, esqueci rapidamente. O ponto é que tudo que passei, todo o significado da minha vida, foram ao lado dessas pessoas.

E ao lado delas, enfim, termino a primeira etapa de minha vida; o primeiro grande épico. Como aquelas grandes obras musicais, com vários andamentos diferentes, que transmitem vários sentimentos, várias emoções, e culminam em acordes perfeitamente harmônicos; um epílogo fantástico que resumirá o épico nas memórias das pessoas como um sopro de tardes calmas, quentes, sob raios dourados de alvorecer, quando poderíamos ter nos perdido no inverno. Não nos perdemos; porque estivemos juntos.

Tardes quentes. Uma imagem singela; mas que faz valer o épico.

Pessoas vêm e vão… assim é a vida. Mas as pessoas que deixo, agora, talvez não voltem mais. Me chatearei, mas não chorarei porque terminou. Sorrirei, porque aconteceu, e tive a honra de ver, e viver.

Assim fecho o primeiro grande épico de minha vida; viver 13 anos de vida escolar ao lado de pessoas especiais que jamais esquecerei.

Que se inicie, agora, outro grande épico. Porque de épicos, amigos, se fará o maior épico de todos. A vida.

Guitarrista, eu?

13 novembro, 2007

Não! Pelo menos ainda não.

Mas hoje dei o primeiro passo.

Finalmente chegou minha primeira guitarra. =D

É um Squier California Strato, exatamente igual a esta da foto:

Linda, caras =D

Hoje começou minha jornada para ser um guitarrista! Foi comprada pelo meu pai, no Submarino, por R$669 (acho que foi meio caro, provavelmente se acha mais barato em outros lugares, mas o Submarino é bem confiavel pelo menos…). Hoje eu dei umas tocadinhas e peguei uns conceitos básicos. Tomarei aulas de violão em breve e qualquer hora posto aqui meus primeiros solos.

Quem sabe daqui uns 20 anos não estou igual esse cara aqui:

Cyanide and Happiness

7 novembro, 2007

O post anterior foi irônico. XD~~

Nah, quem não sabia?

Mas acho que faltam épicos na minha vida… =(

Épicos, Épicos, ÉPICOS!!!

Enquanto isso, fiquem com o humor fino, humor inteligente, humor mal-desenhado do Cyanide and Happiness!

Cyanide and Happiness, a daily webcomic
Cyanide & Happiness @ Explosm.net

Wow! 20 dias sem um post.

Isso exige um post épico!

Só um minutinho, pra eu pensar em algo épico e colocar aqui. :D

Piadinha Nerd

4 outubro, 2007

Vai, tentem rir dessa XD

Estavam Einstein, Newton e Pascal reunidos quando decidem jogar esconde-esconde.

- Eu conto!! – grita Einstein, maroto.
- 1… 2… 3…

Pascal, nada burro, corre pra trás das cortinas, deixando Newton desesperado na sala praticamente vazia.
Sem um bom esconderijo, Newton avista um giz, desenhando assim um quadrado ao redor de si (sim, no chão!), no centro da sala. Nisso…:

- Raíz cúbica de Pi elevado à 2/3 de x tal que y tende a infinito… LÁ VOU EU!!

E Einstein vira-se, deparando-se de cara com seu amigo.

- AHÁÁÁ…! Uhmm.. Newton.. Por metro quadrado.. UM, DOIS, TRÊS, PASCAL FORA!!!

PS: Sim, a piada termina ali. D:~

O Jogo

27 setembro, 2007

Tudo que peço a Deus é apenas uma chance de jogá-lo. Acho que quero esta chance desde o dia em que descobri que ele existia.

Outros o jogam há muito tempo; alguns não dão muita sorte, ou só andaram pelas casas erradas; outros parecem tirar os dados certos e avançam com incrível destreza; alguns poucos afortunados o vencem. Quanto a mim? Bem, me parece que ainda não chegou minha vez. Ou talvez ela tenha passado, sem que eu percebesse; talvez eu a tenha perdido, e mereça ficar inúmeras rodadas inativo. Ou talvez não nasci para jogar…

Apesar disso, não perco a esperança. Ou perco? Talvez uma esperança desesperançosa. Deus, alguns já fecharam o jogo e eu ainda estou na linha de saída. Como avançar? Depende de mim? Ou estou a mercê da sorte dos dados? As vezes ambas as opções determinam um único caminho: a estagnação. E me parece que esta me acomete, desde meus 11 ou 12 anos, momento em que tive meu primeiro contato com o jogo. Abençoada, maldita hora em que o conheci! Quantas tristezas, felicidades, tristezas e felicidades? Euforia e melancolia? Força, e fraqueza; ignorância, e sabedoria!

Já desejei não jogá-lo; já desejei jogá-lo. Acho que todos na minha situação assim pensam. Talvez, por desejá-lo, ele não venha; talvez, por não desejá-lo… ele não venha. Como fazer? Onde está o manual de instruções?

Talvez não seja culpa minha, afinal. Para nosso desespero, não é um jogo a ser jogado sozinho, nunca; dependerá sempre do par. Daí sai a maior dificuldade do jogo; o consenso. Como consentir? Somos dois, diferentes! Como jogá-lo juntos, sendo o jogo tão complicado, exigindo tanta… unidade? Deus, é difícil! Estaria eu apto para tal fácil, difícil tarefa? Talvez por isso minha vez não tenha chegado. Talvez não seja culpa minha, afinal.

Mas desespero-me. Se outros conseguem, por que não eu?! Então, a sábia voz interna, dentro de cada um de nós, me esclarece: o jogo difere para cada jogador. Que feliz seria eu, se houvesse um apanhado de procedimentos corretos a serem seguidos, para se chegar ao final do jogo são e salvo; alegre, feliz. Não existe. Temo.

Mas não desisto. Ainda peço a Deus para jogá-lo; ainda tenho esperança. Que venha o desafio que vier, ó Deus!, apenas ajude-me; mostrai-me, no jogo, um tabuleiro sob o qual eu possa avançar, sem medo.

Dai-me uma chance, ó Deus, apenas uma chance… de ingressar neste Jogo do Amor.

————————-

Sim, texto de minha autoria. <3

Sim! Numa atitude inédita e, no mínimo, peculiar, o conceituado site de jogos e downloads de arquivos FilePlanet.com está distribuindo três jogos inteiramente grátis! Os jogos foram liberados pela UbiSoft.

São eles: FarCry, Rayman: Raving Rabbids, Prince of Persia: Sands of Time.

É necessário cadastro (gratuito) no site para fazer os downloads.

Segue os links!

Far Cry (2,743.5 MB)

Rayman: Raving Rabbids (1,282.6 MB)

Prince of Persia: Sands of Time (1,154.1 MB)

Divirtam-se!

Scenes From a Memory

29 agosto, 2007

Pequeno artigo sobre o Scenes From a Memory que escrevi estes dias… não podia deixar de fazê-lo sendo grande fã de Dream Theater!

Espero que gostem! =D

Scenes From A Memory
Dream Theater, 1999

 

 

O que faz tantas pessoas afirmarem que Dream Theater é a melhor banda do mundo? Talvez por esta banda reunir músicos que já foram eleitos os melhores do mundo em suas respectivas funções? Talvez. Talvez pela técnica apresentada nas músicas, que é algo praticamente irreal? Bem provável.

Mas como fã do Dream Theater, sei que há algo mais. Há algo de genialidade na obra do grupo que nasceu na Universidade de Berkeley, EUA, e veio a se tornar uma das melhores bandas do mundo. E, na minha opinião, um dos álbuns em que essa genialidade é mais explicita é no Scenes From a Memory; uma verdadeira obra prima da música contemporânea.

Não se trata só de técnica e de pessoas com talento imensurável tocando. Quem já ouviu o álbum sabe do que eu falo… É praticamente um filme. É algo inexplicável. Não é só música, apesar do fato de que estas por si só já são excelentes. É uma viagem por uma história dramática, trágica e linda.

A obra, como foi escrito no artigo do Wikipédia, “trata-se de um álbum conceitual sobre o personagem Nicholas e a descoberta sua vida passada”. Basicamente o personagem faz uma regressão, onde descobre a história de sua vida passada, um grande relacionamento amoroso e como este terminou tragicamente (quer saber mais? Ouça o álbum cara! ).

Além de, claro, a técnica, as músicas são dispostas de forma a contar uma história. Mas não é somente uma narrativa simples. Como já disse (e não acho que haja melhor expressão para traduzir isto), é como num filme. Começa com a regressão de Nicholas; aos poucos no decorrer do álbum, os fatos começam a ficar claros para o personagem sobre os fatos de sua vida passada. Neste contexto as musicas são feitas de forma a passarem as impressões e emoções pelas quais Nicholas passa, e nisto está um dos toques de genialidade do álbum. Fatal Tragedy, por exemplo, é uma musica mais pesada; como o próprio nome expõe, fala sobre uma tragédia fatal; tragédia esta cujo contexto ainda é meio vago ao personagem, aparentemente. Conforme o álbum vai passando, Nicholas vai fazendo descobertas sobre os fatos, e o andamento de suas emoções possui forte reflexo nas melodias das musicas; em horas de confusão, incertezas e figuras vagas na regressão de Nicholas, me parece que a melodia se torna mais rápida, e até um pouco non-sense… em horas de grandes descobertas, a música fica dramática… é algo impressionante a genialidade com que isso foi feito.

Após Home, inicia-se “The Dance of Eternity”, uma musica puramente instrumental que apesar de um tanto non-sense, se faz uma musica perfeita introduzindo One Last Time, onde a melodia torna-se subitamente… triste, e emocionante. Isso se verifica na letra da musica também. É que nesta musica, ao meu ver, se inicia o clímax e o desfecho do álbum e da triste história; as coisas passam a fazer sentido a Nicholas.

The Spirit Carries On, música que procede One Last Time, é lindissima. As coisas agora fazem sentido, a musica possui melodia mais definida, e o grande amor que causou a tragédia passa a ficar totalmente claro ao personagem. Sério, essa musica é demais.

Por fim, fechando o álbum, vem “Finally Free”. Agora tudo é claro a Nicholas, e ele vê com clareza a cena do desfecho trágico de seu amor. Caras, devo dizer… a musica reproduz tiros, e depois canta-se novamente o refrão de One Last Time… é emocionante. Bem dramático, muito rulez. A letra, melodia, acordes… tudo cai perfeitamente, no momento perfeito, no contexto perfeito. A musica perfeita pra fechar o álbum.

Depois que a musica fecha o álbum, você fica com a impressão de que acabou de assistir a um filme, lindo e trágico… Quando você sente isso ao ouvir um álbum, é inexplicável a sensação… Só uma banda como Dream Theater proporciona emoções assim. É mais do que música, é poesia caras, é arte, é obra prima.

Quem já ouviu, ouça novamente! Quem não ouviu, tá esperando o que?!?!


Informações técnicas

Faixas

Ato 1

1. “Scene One: Regression” – 2:06 (Petrucci)
2. “Scene Two: Part I. Overture 1928″ – 3:37 (Dream Theater, instrumental)
3. “Scene Two: Part II. Strange Deja Vu” – 5:12 (Dream Theater, Portnoy)
4. “Scene Three: Part I. Through My Words” – 1:02 (Petrucci)
5. “Scene Three: Part II. Fatal Tragedy” – 6:49 (Dream Theater, Myung)
6. “Scene Four: Beyond This Life” – 11:22 (Dream Theater, Petrucci)
7. “Scene Five: Through Her Eyes” – 5:29 (Dream Theater, Petrucci)

Ato 2

8. “Scene Six: Home” – 12:53 (Dream Theater, Portnoy)
9. “Scene Seven: Part I. The Dance of Eternity” – 6:13 (Dream Theater, instrumental)
10. “Scene Seven: Part II. One Last Time” – 3:46 (Dream Theater, LaBrie)
11. “Scene Eight: The Spirit Carries On” – 6:38 (Dream Theater, Petrucci)
12. “Scene Nine: Finally Free” – 11:59 (Dream Theater, Portnoy)

Duração: 77min06sec

Gravado em: 1999


Por Gabriel ‘SkyHunter’

Intervalo para um 737

23 agosto, 2007

Post um tanto sem conteúdo. Então façamo-os valer a pena!

Finalmente chegaram ao fim minhas provas trimestrais. Com meu PC a caminho, devo voltar ao bom e velho SkyHunter comportado e disciplinado de antes, em breve! Enquanto isso não acontece, fiquem com uma singela homenagem a um avião que, definitivamente, marcou história na aviação.

Design fantástico e inovador para a época em que decolou sua primeira versão, o 737 é uma das aeronaves de médio porte mais bem-sucedidas da história da aviação; se não é a mais bem sucedida. Quem nunca viu ou ouviu falar do Boeing 737? Uma história que começa em 1967, com o Boeing 737-100, passando por clássicos como o -200 (Breguinha eterno), até chegar aos modernos 737NG que operam pelo mundo atualmente.

Boeing 737-700

 

Estatísticas impressionantes apenas enaltecem a importância desta aeronave para a aviação mundial. Os 737, desde o inicio de sua operação na década de 60, ja transportaram mais do que a população mundial. Estima-se que a cada 5 segundos decole um 737 em algum aeroporto do planeta. Marcas para mais do que um avião; um mito dos céus.

Fonte da imagem: http://www.luftfahrt.net/

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